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Cotidiano

Anvisa proíbe lote de Mounjaro e encontra irregulares em suplementos

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em

Matthew Horwood / Colaborador/ Getty Images

Uma decisão que vem chamando atenção, supostamente, foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e envolve medicamentos, suplementos e até produtos de uso diário.

Segundo informações divulgadas, a medida determina a apreensão, proibição de venda e recolhimento de diversos itens após a identificação de irregularidades sanitárias.

Entre os casos que mais repercutiram está o do medicamento Mounjaro KwikPen 15 mg. De acordo com a Anvisa, um lote específico teria apresentado indícios de adulteração, com divergências entre a embalagem e o conteúdo do produto.

Ainda conforme divulgado, a fabricante Eli Lilly apontou que o material encontrado no interior da caneta não corresponderia ao medicamento original, levantando suspeitas de falsificação.

Outros medicamentos também entraram na lista. Dois lotes do Dysport 500 U teriam sido considerados falsificados após análises que identificaram características incompatíveis com os produtos originais.

Já no caso do maleato de enalapril 20 mg, a irregularidade estaria relacionada à aparência dos comprimidos, que apresentaram manchas. Apesar disso, segundo informações, não haveria risco direto aos pacientes.

A fiscalização também atingiu produtos à base de canabidiol vendidos pela internet, que estariam sendo comercializados sem autorização sanitária.

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No segmento de suplementos, a Anvisa teria proibido a venda de diversos produtos associados à chamada “canela de velho”, que vinham sendo anunciados com promessas terapêuticas sem comprovação científica.

Outro item citado foi um suplemento de cúrcuma com pimenta, que teve recolhimento após descumprimento de normas sanitárias.

Além disso, até produtos de limpeza e cosméticos entraram na lista. Um limpador conhecido como Tira Limo Zupp e um sabonete chamado Golden Bee teriam sido proibidos por falta de registro adequado.

A Anvisa reforçou que todos os produtos sujeitos à vigilância sanitária precisam passar por avaliação antes de serem comercializados, garantindo, supostamente, segurança e qualidade para os consumidores.

As medidas já estão em vigor e fazem parte de ações contínuas de fiscalização no país.

Fonte: Metrópoles

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