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Cotidiano

Anvisa proíbe produtos da Bunny vendidos sem registro no Brasil

Publicado

em

Rmcarvalho/Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição da fabricação, venda, distribuição, importação, propaganda e uso de produtos da marca Bunny. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (27).

Segundo a agência, os cosméticos eram comercializados pela internet sem registro ou notificação sanitária junto à Anvisa, procedimento obrigatório para que esse tipo de produto possa ser vendido legalmente no país.

A ausência da regularização impede a avaliação de requisitos relacionados à segurança, qualidade e composição dos produtos.

Proibição atinge diferentes produtos

A determinação envolve todos os lotes das linhas identificadas pela Anvisa. Entre os itens estão hidratantes, esfoliantes, géis de banho, sabonetes líquidos, sprays corporais e produtos destinados a perfumar ambientes, como difusores e sprays.

A lista inclui produtos com diferentes fragrâncias e linhas temáticas voltadas para cuidados pessoais e uso doméstico.

Entre os produtos citados na determinação estão:

  • Bunny Farmers Market Body Splash Vanilla Cherry;
  • Bunny Farmers Market Body Scrub Vanilla Cherry;
  • Bunny Shower Gel Strawberry;
  • Bunny Shower Gel Blue Dream;
  • Bunny Shower Gel Fig and Honey;
  • Bunny Body Splash Strawberry;
  • Bunny Body Splash Vanilla;
  • Bunny Body Splash Green Apple;
  • Bunny Body Splash Fig and Honey;
  • Bunny Body Polish Green Apple Cream;
  • Bunny Body Polish Strawberry Cream;
  • Bunny Body Polish Blue Dream Cream;
  • Bunny Body Scrub Blue Dream Cream;
  • Bunny Body Scrub Fig and Honey;
  • Bunny Homespray Notting Hill London Peônia Maçã Vermelha;
  • Bunny Homespray Sho London Alecrim Limão Siciliano Manga Jasmim Cedro;
  • Bunny Homespray Chelsea London Bergamota Lavanda Patchouli;
  • Bunny Shower Gel Vanilla;
  • Bunny Shower Gel Green Apple.

Anvisa orienta consumidores

A Anvisa orienta os consumidores a interromperem o uso dos produtos considerados irregulares e recomenda que cosméticos sejam adquiridos apenas de empresas que estejam regularizadas e autorizadas a comercializar esses itens no Brasil.

A agência reforça que a regularização sanitária é necessária para verificar se os produtos atendem aos requisitos de qualidade e segurança antes de chegarem ao consumidor.

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Fonte: Metrópoles

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